A
proposta do sosgatinhos é
cuidar de gatos
em situações de risco, perigo de morte ou
sofrimento. Levar
ao veterinário para tratamento + castração
e abrigar os bichinhos até que sejam adotados. Incentivar a posse
responsável. Só doar gatos castrados
para pessoas que não permitirão o seu acesso
à rua.
Ah sim, claro, antes que alguém fale nisso, o destino
das pessoas abandonadas nas ruas é igualmente triste,
mas elas não são
recolhidas e assassinadas em massa caso ninguém as
adote, como acontece com os bichos. A meta é que cada
vez mais pessoas entendam que os animais têm, como
a gente, as mesmas necessidades de afeto e de uma vida digna.
Fotos
do atual QG sosgatinhosaqui.
Desde 2002 o sosgatinhos conseguiu
novos bons lares para cerca de 600 gatos.
Criei e administro os dois sites: sosgatinhos,
com as adoções
+ um manual
para gateiros principiantes + uma lojinha
para ajudar nas despesas e o portal Miaumanaque,
com material que valoriza o papel
do gato na arte e na vida.
O sosgatinhos é contra qualquer
tipo de exploração ou crueldade contra os animais,
contra o comércio de seres vivos e o seu uso para experiencias
de laboratório. Também contra a eutanásia,
a não ser em caso de doença terminal e dolorosa.
É um trabalho independente e a ajuda vem de doações
diversas de amigos ou de voluntários. Mais
aqui.
Toda a gratidão aos amigos
que nos apóiam. Sem eles a coisa seria bem mais
difícil.
Olha o que o sosgatinhos quer ser!
O sosgatinhos precisa de uma sede.
Um lugar para abrigar os gatinhos que ninguém quer.
Se você tem um terreno ou chácara que possa nos
ceder ou alugar, por
favor escreva. Tenho um modelo de abrigo e planos ótimos.
A maioria das pessoas só quer adotar os gatos mestiços
de raça, peludos, bonitos. Sobram os pretos, as gatinhas
padrão tartaruga, os tigrinhos e os frajolas. Se já
forem adultos a adoção é ainda mais difícil.
Não há lares para eles. Isso é real, não
dá para fazer de conta que não existe. O que resta
para os gatinhos que ninguém quer? A morte? É
tão fácil falar mal de abrigos. Dá para
fazer SIM, como existe fora do Brasil, um lugar decente onde
possam viver bem.